quinta-feira, 17 de março de 2011

Matanza

Matanza é uma banda de Rock & Roll do Rio de Janeiro, Brasil, em atividade desde 1995.
Sua músca é uma mistura de diversos elementos de Country, Folk e Bluegrass com Rock & Roll, Hardcore e Heavy Metal.
As letras, em sua maioria cínicas, machistas e bem humoradas, discursam basicamente sobre ódio, bebida, mulher e violência, conferindo ao seu material um típico clima de Velho Oeste americano.
A imprensa batizou o estilo criado pela banda como “Country Core”, termo mais tarde adotado pelos próprios integrantes da banda.

Seus membros são grandes admiradores de Johnny Cash e, em 2005, gravaram um álbum-tributo, com versões para músicas da fase inicial da carreira de Cash (1955 - 1958), denominado “To Hell with Johnny Cash”.
No penúltimo álbum de sua discografia, “A Arte do Insulto”, o Matanza explora diversos elementos da música tradicional irlandesa, adicionando generosa influência de Slayer e Motorhead. O video clipe da música “Clube dos Canalhas” foi dirigido pelo premiado diretor Rudi Lagemann.
Em Abril de 2009, o Matanza tocou ao lado do Motorhead.

Integrantes:
Jimmy London (vocais)
Mauricio Nogueira (guitarra) Está cobrindo o Donida nos shows
China (baixo)
Jonas (bateria)

Donida(guitarra) ps: não é exatamente ex-membro, mas ele não faz mais shows, ele disse que quer se dedicar a fazer seus desenhos e as composições, então ele só ajuda nas gravações do CD. Mas sim, ele ainda está na banda, disse Jimmy (o vocalista) em uma entrevista.

Ex-integrantes:
Fausto (bateria)
Diba
Nervoso


Discografia:
Santa Madre Cassino (2002)
Música Para Beber e Brigar (2003)
To Hell With Johnny Cash (2005)
A Arte do Insulto (2006)
MTV Apresenta Matanza - Ao Vivo no Hangar 110 (2008)

Canções em outros CDs:
A gravadora Baralho lançou uma coletânea Barulho Tapes que conta com as faixas Dashville Chainsaw Massacre (Terror Em Dashville / O Massacre da Motosserra em Dashville) e Matanza em Idaho, foi lançado também pela DeckDisc um tributo ao Secos & Molhados, onde o Matanza interpreta a música El Rey.

Emmarço de 2011 eles lançaram o album A Odiosa Natureza Humana, e continuam pregando tudo que ha de errado para se fazer....
Pois como ja dizia a musica: BOM É QUANDO FAZ MAL...

Site oficial:
http://www.matanza.com.br/

terça-feira, 15 de março de 2011

Manowar: The warriors prayer (tradução)


_Vovô, me conte uma história!
_Oh tudo bem, vá pegar seu livro de histórias
_Não, Não, não uma daquelas, uma história real
_Uma história real?
_Sim, conte-me quando você era um garoto
_Bem então
Eu terei que leva-lo de volta comigo
Um longo tempo atrás...

Eu tinha 13 anos, era um dia frio de inverno
Enquanto eu caminhava pela floresta encantada
Eu ouvi o som de cavalos e soldados
Eu me senti forçado a caminhar adiante
E achar o lugar destes sons
E quando a floresta clareou, eu estava parado numa Colina
Diante de mim uma grande planície
Sobre ela, os exércitos do mundo
Parados esperando
Pensei comigo
Por quem ou pelo que, eles estão esperando?
De repente uma rajada de vento surgiu do norte
Apareceu um cavaleiro solitário segurando uma espada de aço
E depois ao sul
Apareceu outro empunhando um machado de batalha
Do oeste surgiu um terceiro segurando uma clava de espinhos
E finalmente do oeste
Um cavaleiro que segurava um grande martelo de guerra
Com eles, vieram seus soldados da morte
Seguidos por um exercito de imortais
Eles estavam em menor número
Mas o olhar em seus olhos, diziam a todos que observavam
Que eles deixariam este dia
Somente com vitória ou morte...

E houve um grande silêncio
Meu coração começou a bater
Nuvens de tempestade encheram o céu com escuridão
Veio a chuva
E os quatros ventos sopraram com tanta raiva
Que eu me agarrei firmemente em uma árvore
Eu assistia os quatro Cavaleiros
Erguerem suas armas no ar
Sem aviso, bradando seus gritos de guerra
Eles iniciaram o ataque

Rumo à batalha eles cavalgaram
Encontraram os exércitos do mundo
Em um poderoso confronto
Eu pude sentir o chão tremer
A terra bebeu muito sangue naquele dia
Cada um dos quatro (cavaleiros) carregava junto de si
Um furacão de destruição!

Quando a fumaça clareou
Milhares estavam mortos
Havia muito sangue e sangue coagulado
Seus corpos mutilados
E espalhados por todo o campo de batalha
Como folhas marrons sopradas pelo vento
E eu vi os quatro cavalgando juntos para o alto da colina
Enquanto que abaixo deles os soldados da morte se reuniam
Todos aqueles que agora jurariam lealdade a eles

E os quatro disseram as palavras de oração dos guerreiros

Deuses da guerra, eu vos chamo
Minha espada está ao meu lado
Eu busco uma vida de honra, livre de todo falso orgulho
Irei bater o chicote com uma brava e poderosa saudação
Cubra-me com a morte se devo falhar
Glória, majestade, união
Salve! Salve! Salve!

E enquanto eu continuava observando
Eu ouvi os exércitos do mundo saudando-os infinitamente
E suas vozes de vitória foram carregadas para bem distante
Por toda a terra

_Bem, é isso
Você gostou da história?
_Sim, foi maravilhosa
_Oh que bom, eu fico feliz
Agora é hora de você ir pra cama
_Vovô
_Sim
_Quem eram aqueles quatro homens?
_Quem eram eles?
Eles eram os reis do metal



Autor: Joey DeMaio
Abum: Kings of Metal (Manowar)
Ano: 1988

Dedico este post a todos os adoradores do bom e velho Heavy Metal

Thor


Thor ou Tor (nórdico antigo: Þórr, inglês antigo: Þunor, alto alemão antigo: Donar) é o mais forte dentre deuses e homens, é um deus de cabelos vermelhos e barba, de grande estatura, representando a força da natureza (trovão) no paganismo germânico, disparando raios com o seu poderoso martelo Mjolnir. Casado com Sif, é filho de Odin, o deus supremo de Asgard, e de Jord (Fjorgyn) a deusa de Midgard (a Terra). Durante o Ragnarök, Thor matará e será morto por Jörmungandr. Thor também é chamado de Ásaþórr, Ökuþórr, Hlórriði e Véurr.
Ele era grande para um deus, extremamente forte (podendo comer uma vaca em uma "refeição"). Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os gigantes de gelo. Os fazendeiros, que apreciavam sua honestidade simplória e repugnância contra o mal, veneravam Thor em vez de Odin, que era mais atraente para os que eram dotados de um espírito de ataque, ou que valorizavam a sabedoria. A arma de Thor era um martelo de guerra mágico, chamado Mjolnir com uma enorme cabeça e um cabo curto e que nunca errava o alvo e sempre retornava às suas mãos. Ele usava luvas de ferro mágicas para segurar o cabo do martelo e o cinturão Megingjard que dobrava sua força. Sua esposa era Sif, a deusa da colheita, com quem teve uma filha Thrud (Força), e de sua união com a giganta Jarnsaxa, teve os filhos Magni (Força) e Modi (Coragem). Os antigos escritores (Saxo, Adam de Bremen, Aelfric, Snorri) identificaram Thor com o deus Greco-Romano Júpiter porque ambos são filhos da Mãe-Terra, comandante das chuvas, dos raios e trovões, são protetores do mundo e da comunidade cujo símbolo era o carvalho, representando o tronco da família. Os animais de ambos deuses era o carneiro, o bode e a águia. Thor era sempre apresentado com seu martelo e Júpiter com seu cetro. Thor matou a serpente Jormungand e Júpiter o dragão Tifão.O historiador Tácito identificou Thor com Hercules, por causa de seu aspecto, força, arma e função de protetor do mundo
Thor gostava da companhia de Loki, apesar do talento desse embusteiro para colocar ambos em confusões. As histórias de suas aventuras estão entre as mais ricas da mitologia nórdica. No panteão nórdico, Thor era o destruidor do mal e o segundo maior expoente dos deuses Aesir. A imagem de Thor aparece em muitas estelas rúnicas assim como seu nome ou seu martelo. Thor é um excelente guerreiro e já derrotou muitos gigantes, trolls, monstros, berserker e feras, segundo o Edda em Prosa. Thor percorria o mundo numa carruagem puxada por dois bodes chamados Tanngrísnir e Tanngnjóstr. Conta-se que quando Thor percorria o céu nessa carruagem as montanhas ruiam, e o barulho provocado pelas rodas do veículo originavam os trovões. Thor habita em Thrudheimr (ou Thrudvangr) no salão Bilskirnir onde ele recebia os pobres depois que haviam morrido. Esse salão possui 540 acomodações e é considerada a maior de todas as construções. O mensageiro de Thor era o veloz Thjalfi e sua criada era Röskva, irmã de Thjalfi. Quando Thor estava longe de seu lar ele matava seus bodes e os comia, e depois os ressuscitava com martelo mágico. Thor é o criador da constelação conhecida pelos vikings como Dedo de Aurvandill. Era Thor o deus que mais possuia templos na Escandinavia.
No Ragnarok, a tarefa de Thor sera matar a cruel Jormungand ou Serpente Midgard (uma serpente tão grande que envolve a Terra), cria de Loki, mas ele morrerá na batalha.
Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday, ou "Thor's day" (quinta-feira, em inglês); o mesmo aconteceu entre os escandinavos que chamaram a quinta-feira de "Torsdag".



Dedicado a: Tulio Yoshiro

domingo, 13 de março de 2011

Gatos e origens misticas

Os gatos sempre estiveram presentes há milênios convivendo com o homem, mas são bem mais do que simples animais de estimação que deram certo. Sua trajetória com a humanidade se mescla também no mundo espiritual.

Muito lembrados como familiares de bruxas e explorados nos filmes, onde uma bruxa (o) sempre tem seu gato preto. Em muitas culturas os gatos (independentes de sua coloração) são guardiões das portas do outro mundo. Sua passagem mais forte foi nas terras do Egito onde representavam e acompanhavam a deusa Bastet.

Em culturas nórdicas os gatos são guardiões das sombras humanas ou do seu lado mais oculto e obscuro. A função dos gatos e sua ligação com os místicos são de proteger sua alma. Um gato tem o poder de guardar o seu dono contra o mal. Pelo contrário das crendices mais populares de que o gato preto é o portador do azar, ele é um formidável amigo são guardiões do espírito humano. A sua imagem mais forte ainda é ligada a da Deusa com rosto de gato Bastet.

Bastet era, porém uma mulher mortal que imigrou da cultura nórdica, ao contrário da imagem que se passa ela era de aspecto nórdico (loura, pele muito clara e olhos azuis). Era alta sacerdotisa de divindades ligadas aos gatos como a deusa Freija e ensinou sua religião e a importância dos gatos aos povos do Egito.

Ela na verdade não tinha rosto ou cabeça de gato, mas usava uma maquiagem que representava um gato. Ensinou a magia dos gatos sua ligação entre os mundos dos vivos e dos mortos e seu poder de proteger a alma. Bastet era uma sacerdotisa muito sábia que curava doenças e possuía poderes paranormais. “Após “a sua morte a mulher e sacerdotisa” Bastet” foi divinizada e transformada na figura mitológica da deusa com rosto ou cabeça felina, passando a ser adorada como a Deusa Bastet em sua forma benéfica e como Sekmeth em sua forma irada, em vez de cabeça de gato se apresentava então com cabeça de leoa.

O importante é perceber que homens, magos e sacerdotisas foram após suas mortes divinizadas (tornados deuses). Os gatos também têm o poder (como guardiões das sombras) de trazer a sombra do bruxo de volta quando ela é liberada em rituais, quando pode vagar por um tempo a sós. Em outro ritual dedicado aos gatos eles podem trazê-la de volta, fortalecendo assim sua ligação com a alma do místico. Adoráveis, inteligentes e sedutores os gatos são fiéis aos seus donos, mas ao contrário dos cães, não vêem os donos como superiores, mas como iguais. Talvez por isso seu ar mais independente. Eu particularmente sempre senti essa ligação com os gatos, sempre os tenho por perto espero poder ter sempre ao lado suas faces felinas e a magia poderosa de Bastet.
Dedicado a Fernanda que me deu a brilhante ideia deste post

Você tambem acha isso em: http://grupoanimus.forumbrasil.net/t65-os-gatos-artigo-de-junho10-em-covenanimuscom

sexta-feira, 11 de março de 2011

Yin e Yang

Existia a muitos anos atrás na China antiga um imperador cruel que somente a matança no campo de batalha poderia saciar sua sede de destruição.
Com o passar das eras seu império ficava cada vez maior, até que um dia ao dominar uma província o regente ofereceu sua filha em casamento ao imperador para que esse poupasse a sua vida. Encantado com a beleza da jovem moça ele aceitou de bom grado o acordo.
A jovem era de virtudes totalmente opostas ao cruel imperador, em toda China nunca se ouviu falar de alguém tão meiga e carinhosa como a princesa desta afastada província.
Ao lado dela o imperador era uma pessoa totalmente diferente, era um homem atencioso, gentil, carinhoso, compreensivo, todo seu desejo de destruição era totalmente extinto a única coisa que lhe importava era a felicidade da jovem princesa.
Apesar da sua felicidade ele continuava devastando e conquistando territórios, mas na presença da princesa seu espírito se acalmava, ela por outro lado estava feliz com o imperador, mas o medo que seu pai possuía era mais forte então ele obrigou a moça a assassinar o imperador enquanto ele estivesse dormindo, dizendo a ela que era o melhor a se fazer para o povo da China.
Ao anoitecer enquanto ele dormia, ela cravou em seu peito uma adaga tirando dele seu ultimo suspiro.
Então a princesa se tornou imperatriz da China assim como seu pai avia planejado e ela desejado há muito tempo...
É claro que esta é só mais uma historia
Adaptação: Alexandre Tomaz
Autor original: Desconhecido

terça-feira, 8 de março de 2011

A polêmica origem do termo Heavy Metal

É preciso, antes de tudo, deixar claro que “heavy metal” já possuía um significado militar e científico antes de qualquer relação sonora, e a utilização da expressão é constatada com freqüência em diversos estudos de décadas anteriores à explosão do novo estilo musical.
No início dos anos 30 fora usada para denominar armas de longo alcance e precisão. Porém, segundo William Morris, autor de “Dictionary Of Word And Phrase Origins”, o sentido dado ia além e tratava mais especificamente de tanques de guerra considerados então as sensações em aspectos tecnológicos.
O dicionário inglês Oxford trata do uso de heavy metal na ciência e relata que em 1936, no livro “Bjerrum’s Inorganic Chesmitry”, o cientista dinamarquês Niels Bjerrum trabalha, através da densidade da forma elementar do metal, a definição de ‘heavy metals’. Para ele, tais metais possuiriam densidades maiores que 7g/cm³.

Assim, configuramos claramente ao menos a terminologia que se distanciava da música. Partindo com maior especificidade, uma verdade em relação a toda a polêmica é que a proximidade à música se inicia com William S. Burroughs (1914 – 1997), mas não por questão de melodias, harmonias ou ritmos, e sim, provavelmente, por uma identificação à sua irreverência, o tom satírico de suas abordagens de múltiplos assuntos, numa contra-cultura proposta e exposta que encantou toda uma geração, impulsionou os movimentos sociais da época, e também influenciou pensadores como Gilles Deleuze e Félix Guattari.

O autor que ganhou grande repercussão com "Naked Lunch" (1959) - traduzido para "Almoço Nú" no Brasil (1985 - Editora Brasiliense) -, donde costumeiramente dizem que temos a origem do termo heavy metal, explorou questões sobre homossexualidade, autoritarismo, ciência e drogadicção, porém nada diretamente ligado a um estilo musical.
Sua influência no que vem a posteriori da cena musical, do rock leve ao pesado, é inegável. Todavia, ao usar o termo em “Naked Lunch”, Burroughs referia-se, em metáfora, à ingestão de “comida envenenada” nas ruas de Urano – “eating heavy metal meals on the streets of Uranus...” (BURROUGHS, 1959).
Em termos musicais, a primeira referência ao termo vem no ano de 1967 com a banda Hapshash & The Coloured Coat, em seu álbum intitulado “Featuring The Human Host And The Heavy Metal Kids”. Novamente não há referência a um estilo musical específico, inclusive o conjunto em pauta caracterizava-se por uma salada musical estranhíssima, em jams e improvisos terríveis, melhores definidos por Marcos A. M. Cruz: “uma banda banhada a ácido e fazendo bizarrices meio desafinadas”.
Um ano depois vem o mais famoso dentre aqueles que, de fato, aproximam-se do pioneirismo sobre a expressão “heavy metal” como é mais conhecida hoje. O Steppenwolf usa a frase “I like smoke and lightning, heavy metal thunder”, num dos maiores sucessos da história, a música “Born To Be Wild”.
Muitos passaram então a clamar pela original nomeação de heavy metal como uma vertente do rock, incluindo John Kay, vocalista do último grupo mencionado. Instaurou-se uma real batalha acerca do assunto. Nada muito novo se refletirmos bem. Apenas a velha história do filho renegado que faz sucesso e é conseqüentemente alvo de um instantâneo e fervoroso ‘amor’ de vários candidatos a pais. Um curiosíssimo ímpeto paterno suscitado na multidão.
Os rumores sobre o verdadeiro autor cresceram imensamente após o filme “Quase Famosos”, inspirado na história do crítico musical Lester Bangs (1948 – 1982). As alegações de que ele seria o responsável pela expressão se espalharam e, como prova, haveria um artigo escrito pelo mesmo sobre o Black Sabbath, e publicado pela revista CREEM. Contudo, não existe qualquer menção a heavy metal no trabalho sobredito.
Ficaríamos, em vista as considerações acima, sem qualquer embasamento e noção para localizarmos a origem do termo “heavy metal”. Porém, o segredo é desvendado ou, no mínimo, encontra seu único rastro concreto no trabalho do também crítico musical e posteriormente fundador do conjunto Angry Samoans, Mike Saunders. Numa resenha do disco “Kingdom Come” (gravado em 1970 e lançado em 1971) do Sir Lord Baltimore escrita por ele para a revista CREEM de Maio de 1971, fica comprovado o uso de “heavy metal” como descrição de uma vertente musical pela primeira vez na história.

As confusões com outros críticos, como por exemplo, Dave Marsh, ocorrem freqüentemente. No caso deste último, também foi um pioneiro, é verdade. Exatamente neste mesmo lançamento da histórica CREEM, Marsh definiu punk rock em artigo sobre o Question Mark And The Mysterians.

você tambem acha esta materia em http://whiplash.net/materias/associacaolivre/000706.html

sábado, 5 de março de 2011

Don Juan

A lenda de Don Juan
As lendas diziam que Don Juan seduzira, estuprara ou matara uma jovem moça de família nobre da Espanha, e também assassinara seu pai. Depois, tendo encontrado num cemitério uma estátua deste, jocosamente a convidara para um jantar, convite este aceito alegremente pela estátua. O fantasma do pai ali também chegara, como precursor da morte de Don Juan. A estátua pedira para apertar-lhe a mão e, quando este lhe estendeu o braço, foi por ela arrastado até o inferno.
A maioria dos estudiosos é concorde em afirmar que o primeiro conto a registrar a história de Don Juan foi El burlador de Sevilla y convidado de piedra ("o conquistador de Sevilha e o convidado de pedra"). As datas para esta publicação, entretanto, variam, em torno de 1620 até 1635, dependendo da fonte - embora haja registros de que seja conhecida na Espanha desde 1615. Segundo este conto, Don Juan é um mulherengo inveterado, que seduzia as mulheres disfarçando-se de seus amantes, ou lhes prometendo o matrimônio. Atrás de si deixa um rastro de corações partidos, até que finalmente acaba matando um certo Don Gonzalo. Quando depois é convidado pelo fantasma deste para um jantar numa catedral, acaba por aceitar, por não querer parecer um covarde.
As visões acerca da lenda variam de acordo com as opiniões sobre o caráter de Don Juan, apresentado dentro de duas perspectivas básicas. De acordo com uns, era um mulherengo barato, concupiscente, cruel sedutor que buscava apenas a conquista e o sexo. Outros, porém, pretendem que ele efetivamente amava as mulheres que conquistava, e que era verdadeiramente capaz de encontrar a beleza interior da mulher. As versões primitivas da lenda sempre o retratam como no primeiro caso.

Agora pensem um pouco mais antes de comparar Don Juan a qualquer "sedutor"